No
terceiro dia (ou foi no quarto?), certo alguém me perguntou por um feedback
negativo. Minha resposta, vaga e distante, dizia que ainda não poderia fornecer
uma resposta àquela pergunta. Daquele dia em diante, a vontade de responder
adequadamente àquela pergunta revirava minha mente. Até após os cinco dias do
evento.
A
cada momento que me questionava, percebia que minha dúvida permeava outras tantas colocações. E que essas impressões
estavam a me atrapalhar, mas a tal da resposta não chegava. E não chegou.
Em
minha cabeça, apenas existia o comentário: “feedback negativo, não, feedback
construtivo”. E assim se manteve aliado à percepção de que a melhor construção
que poderia fornecer é a de uma carta branca. Com roupagem de “Gorgeous”.
Isso
apenas atestou a minha confiança e, se tiver de fazer um feedback construtivo
de alguma parte, claramente não será para quem me perguntou. Na realidade,
lembra-se daquelas colocações que me atrapalhavam? Melhor dizendo, lembra-se
daquelas picuinhas? Então. Impressões que provavelmente você não se importe,
mas que para mim às vezes é bastante gritante.
A
resposta pode parecer ainda distante, infelizmente. Mas é certeza. Certeza de
quê? De que a nostalgia passou e que agora em mim existe o sorriso pelo tanto
que todos me cativaram, pelo tanto que todos me marcaram e pelo tanto que sinto
por todos. Indignação por não conseguir expressar de maneira mais adequada?
Sempre, quando apenas resta o sorriso e o sentimento gravados em mim.